Está de volta, ainda sem data para estréia, a série de TV Mulher Maravilha, desta vez com Adrianne Palicki substituindo a inesquecível Lynda Carter (dona do colo mais belo já visto em famosas, quando eu era menina olhava e queria ter um igual). Muito oportuna a volta da série, já que nossa maior vilã nos dias de hoje é a crença de que deveríamos encarnar essa personagem para darmos conta de tudo que precisamos fazer! O que mais me chama atenção, no entanto, é a polêmica que o figurino causou. As telespec. reclamaram que estava muito vulgar, então a produção - no melhor estilo "A cliente tem sempre razão" - tirou o brilho da calça e a calçou novamente com as botas vermelhas, para manter o visual original da primeira série (dá uma olhada na foto).
O adaptador para NBC, David E. Kelley, divulgou: “Ela é uma heroína em Los Angeles, mas também uma executiva de sucesso e mulher moderna, tentando equilibrar os elementos de sua vida extraordinária”.
Levar a discussão para a vulgaridade de seu uniforme me parece inusitado e míope. A Mulher Maravilha é - na verdade - um touro! É a fábula moderna da mulher que tem que ser heroína para sobreviver. E é também uma fábula que todas nós estamos apanhando para protagonizar todos os dias.
Vida extraordinária? A vida "extra" das "ordinárias"... isso sim!
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